Ideias: Receber odores através de um smartphone…

Não é fição científica. Nem sequer é de hoje. Um aparelho de comunicação que apela não à audição, não à visão, não ao tato, mas a outro sentido… o olfato. Criado por David Edwards, professor, e duas alunas da Universidade de Harvard – Rachel Field e Amy Yin – o ophone possui um sistema operativo móvel capaz de recriar até 320 odores diferentes, na versão prótotipo atual.

O design é apelativo (ver imagem abaixo) e Darrell Etherington (@drizzled), do TechCrunch, indicava, num post em Outubro de 2013, que testou o protótipo que, pelos vistos, funciona bem melhor que todas as tentativas anteriores de transmissão de odor.

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Segundo o Techcrunch, o process para transmitir odor passa, neste momento, por escolher, num site de Internet, o tipo de odor a enviar (exº: diversos tipo de café, chocolate, caramelo, etc). Depois enviar o odor – tal como fazemos com uma sms ou mensagem de whatsapp. Por fim, os servidores do Ophone recebem a indicação do odor que tem de ser preparado e enviam essa informação para o smartphone do recetor que está ligado ao seu próprio ophone via Bluetooth. É o Ophone do recetor que, nessa altura, combina ingredientes internamente para recriar o odor desejado…

Futurista e interessante. Para ler mais:

 

Pebble v2.0: A mesma funcionalidade, design mais arrojado… :)

Motivada pelo sucesso do seu primeiro relógio, Pebble, a inovadora start-up de smartwatches acaba de anunciar uma segunda geração do seu relógio, que irá apresentar na CES 2014 (a conferência-meca de tecnologia que começa amanhã em Las Vegas). Com um design mais sofisticado, o Pebble Steel irá custará bastante mais que o seu antecessor: $250 (o Pebble original custa $150; quem encomenda de Portugal deve ainda contar com entre 40 a 60 EUR para cobrir os portes de envio desde a fábrica da Pebble na China e taxas aduaeiras).

A Pebble espera que o novo design ajude a posicionar a marca não apenas como um gadget “geek” mas como um relógio altamente tecnológico mas com um design capaz de competir com outras marcas de relógios. Na minha opinião, o design melhorou  bastante. Com uma espessura  bem menor e o famoso vidro Gorilla Glass da Corning, o Pebble Steel promete. O The Verge, por exemplo, indica que o Pebble Steel pode fazer-nos mudar de opinião sobre smartwatches. Convém lembrar que os venture capitalists de Silicon Valley não deram a mão (isto é, $$$) à Pebble. No entanto, a start-up não cruzou os braços e conseguiu financiar-se com grande sucesso no Kickstarter, um dos mais famosos sites de crowdfunding. Assim sendo, é um projeto irreverente e determinado, e portanto um dos meus casos favoritos ;).